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O PSD da Figueira da Foz manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Carlos Lourenço, carinhosamente conhecido por todos como “Carlos Simpatia”.

Militante histórico do nosso partido, era presença constante na vida do PSD e da cidade. Sempre disponível para ajudar e participar, com a bandeira do PSD na mão viveu o partido e a comunidade com uma dedicação rara.

Figura amiga na Figueira da Foz, era presença habitual nos seus passeios pela beira-mar, com o seu inseparável boné.

A sua humanidade, proximidade e espírito de companheirismo marcaram gerações de militantes e amigos, deixando uma memória que permanecerá viva no PSD e na nossa cidade.

Neste momento de tristeza, o PSD da Figueira da Foz apresenta à sua família e amigos as mais sentidas condolências.

Até sempre, Simpatia. A tua memória permanecerá connosco.

Nota de pesar pelo falecimento de Carlos Simpatia

  

Foi na passada segunda-feira, dia 18 de agosto, formalizada a entrega no Tribunal da Figueira da Foz das listas de candidatos aos vários orgãos que concorrem nas eleições autárquicas de 12 de outubro da coligação Figueira a Primeira (PSD/CDS).

 

A lista dos nomes dos candidatos à Assembleia Municipal são os seguintes:

  1. José Duarte Pereira 
  2. Bruno Reis
  3. Maria Isabel Sousa
  4. David Azenha 
  5. Gonçalo Oliveira 
  6. Ana Margarida Cunha 
  7. Paula Simões 
  8. Miguel Cotrim 
  9. Edgar Gonçalves
  10.  Isabel Maia
  11.  Pedro Ferreira
  12.  António Marinheiro
  13.  Ana Marta Almeida
  14.  Hugo Frade
  15.  José António Ligeiro
  16.  Rosa Amélia Mendes
  17.  João Maltez
  18.  Francisca Geraldes
  19.  Tiago Pinto
  20.  Clementina Pina
  21.  André Rodrigues
  22.  Sandra Matias
  23.  Uriel Pereira
  24.  Carlos Jesus
  25.  Carmen Neto
  26.  Vitor Margato
  27.  António Lapão
  28.  Graça Oliveira
  29.  Manuel Batata
  30.  Patricia Azenha
  31.  Francisco Domingues
  32.  Micaela Oliveira
  33.  Tânia Silva
  34.  Pedro Nascimento
  35.  Ana Neves
  36.  Eugénio Certo
  37.  Ana Barraca

Lista dos candidatos à Assembleia Municipal - Coligação Figueira a Primeira


Foi ontem, dia 18 de agosto, formalizada a entrega no Tribunal da Figueira da Foz das listas de candidatos aos vários orgãos que concorrem nas eleições autárquicas de 12 de outubro da coligação Figueira a Primeira (PSD/CDS).

 

A lista dos nomes dos candidatos à Câmara Municipal são os seguintes:

 

  1. Pedro Santana Lopes 
  2. Anabela Tabaçó
  3. Olga Brás 
  4. Manuel Domingues 
  5. Ricardo Silva 
  6. Claúdia Rocha 
  7. João Paulo  Martins 
  8. Alda Marcelo 
  9. Susana  Cabete
  10.  Carlos Tenreiro
  11.  Maria do Rosário Oliveira
  12.  Maria Paula Neto

Lista dos candidatos à Câmara Municipal - Coligação Figueira a Primeira

  

Os deputados do PSD, questionaram o Ministério da Defesa Nacional sobre a falta de efetivos na Polícia Marítima da Figueira da Foz. 
 
Aqui fica o documento completo:

Assunto: Polícia Marítima da Figueira da Foz
Destinatário: Ministro da Defesa Nacional

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República.
A Figueira da Foz é um concelho que tem uma linha de mar de grandes dimensões e, obviamente, a sua economia e o seu desenvolvimento dependem muito disso. 
É um município com grande atividade marítima, quer ao nível pesqueiro, quer ao nível comercial e com uma grande dinâmica nos desportos ligados ao mar. É um concelho com grande impulso ao nível do turismo de sol e mar, representando uma enorme relevância. 
Neste sentido e pelo descrito anteriormente, a Polícia Marítima tem um papel fundamental neste território, na sua intervenção na segurança marítima, como na sua ação de estabelecimento da ordem pública. 
Reconhecendo o trabalho realizado diariamente, a falta de efetivos no Comando-local da Polícia Marítima da Figueira da Foz coloca em causa a operacionalidade que este organismo tem e deve garantir a todos os sectores ligados ao mar. 
Assim, os baixos níveis de recrutamento dos últimos anos, as aposentações e as saídas, por diversos motivos, destes agentes policiais, coloca em causa e em risco o futuro destas corporações. 
As missões existentes e o número de operacionais da polícia marítima disponíveis leva a que as mesmas sejam realizadas com elevado grau de perigosidade para os agentes, colocando em causa a segurança das populações. 
A Polícia Marítima é um órgão de autoridade, estruturante, no exercício da estabilidade e segurança marítima. 
Neste sentido pergunta-se: 
Quais as medidas que estão a ser implementadas para reforçar o número de efetivos da Polícia Marítima na Figueira da Foz??

Palácio de São Bento, 17 de Julho de 2025

Deputado(a)s
ANA OLIVEIRA(PSD)
MAURÍCIO MARQUES(PSD)
MARTIM SYDER(PSD)
JOANA SEABRA(PSD)

 

 

Deputados do PSD questionam o Ministério da Defesa Nacional sobre a falta de efetivos na Polícia Marítima da Figueira da Foz



Intervenção do Deputado Municipal Manuel Rascão Marques nas comemorações do 25 de abril que decorreram em Lavos:

"Na pessoa do Sr. Presidente da Assembleia Municipal, cumprimento todas as entidades aqui representadas e demais pessoas presentes.
Exmas. Senhoras e Senhores:
Estamos hoje aqui reunidos para homenagear um dos momentos mais marcantes da nossa história coletiva, a conquista da liberdade e da democracia. Recordamos com respeito e gratidão os que arriscaram tudo para que hoje pudéssemos viver num país livre, plural e soberano.
A liberdade é mais do que um direito, é a essência da dignidade humana.
É poder escolher, questionar, criar e sonhar sem receio.
É expressar pensamentos sem correntes, percorrer caminhos sem barreiras e viver sem imposições.
Mas a liberdade não é apenas individual, ela cresce na partilha, fortalece-se no respeito e só se completa quando é de todos.
Não pode ser privilégio de alguns, nem ilusão para muitos.
Ser livre é ter voz, mas também saber ouvir.
É agir com responsabilidade, sabendo que a nossa liberdade termina onde começa a do outro.

Neste dia de celebração, impõe-se também uma reflexão séria e honesta, não só recordar o passado, mas questionar o presente e responsabilizarmo-nos pelo futuro.

Agora pergunto:
É possível ser se livre,
•    Quando há pessoas que têm dificuldades de alimentação?
•    Quando não há habitação condigna para todos?
•    Quando o acesso ao ensino, nomeadamente superior, é difícil porque os encarregados de educação não têm condições económicas para suportar os custos inerentes com a deslocação e estadia dos seus filhos?
•    Quando se limitam as crianças no ensino básico e secundário a um ensino impositivo e não lhes é permitido questionar o porquê?
•    Quando o acesso à saúde é cada vez mais difícil por causa de decisões erradas e de lóbis corporativos?
•    Quando os medicamentos são cada vez mais caros?
•    Quando os idosos são abandonados em lares, muitas vezes sem o conforto e carinho que tanto merecem?
•    Quando não existem vagas em lares suficientes para os idosos que necessitam de cuidados permanentes e têm baixos rendimentos?
•    Quando não existe uma rede de cuidados continuados eficaz e suficiente para os doentes que dela necessitam?
•    Quando as pessoas necessitam de dois empregos para sobreviverem, ficando sem tempo para dedicarem a si próprios e à família?

•    Quando nos impõem indústrias que não respeitam o meio ambiente, desrespeitando o bem estar dos cidadãos? (como é, por exemplo, o caso da Crigado aqui nesta freguesia)
•    Quando o acesso à Justiça não é fácil?
•    Quando as redes sociais, sem qualquer regulação, destilam ódio e noticias falsas?
•    Quando temos uma comunicação social que se delicia com o sensacionalismo, demonstrando, com alguma frequência, pouco rigor na sua investigação?
•     Quando quem decide não tem a capacidade de ouvir?
•    Quando os deputados não são escolhidos por quem efetivamente os elege?
•    Quando a ética parece não ser importante?
•    Quando o povo abdica do seu direito de voto, refletido na abstenção, deixando que outros decidam por si?

Exmas. Senhoras e Senhores

Nunca nos podemos esquecer o que nos diz o artº.37 da Constituição “todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de se informar, sem impedimento nem discriminações”.
Temos, pois, a obrigação de refletir sobre estes temas e com certeza outros haverão, informando-nos, sem receio de exprimir a nossa opinião!

Vivemos numa democracia. Mas que democracia é esta, quando tantos cidadãos se sentem excluídos, desiludidos ou alheados da vida pública? Que liberdade é esta, quando a pobreza limita escolhas, quando o medo cala opiniões, quando a desinformação distorce consciências?
Temos, todos nós, promovido uma sociedade verdadeiramente livre, justa e inclusiva? Ou temos tolerado, em silencio, novas formas de desigualdade, discriminação e alienação?
Como disse Papa Francisco “Atualmente é fácil confundir a liberdade genuína com a ideia de que cada um julga como lhe parece, como se, para além dos indivíduos, não houvesse verdades, valores, princípios que nos guiam, como se tudo fosse igual e tudo se devesse permitir”.
Ainda sobre o futuro...
Que país queremos ter? Que concelho queremos? Que futuro estamos a construir?
Uma das grandes conquistas do 25 de Abril foi a liberdade de podermos escolher os nossos representantes através do Voto.
Este ano, teremos, por duas vezes, a oportunidade de o fazermos. Vamos, todos, cumprir a nossa obrigação, votando, demonstrando que percebemos a importância do voto, o poder que ele tem subjacente.
Vamos decidir o que pretendemos para o nosso futuro, para o futuro do nosso concelho e do nosso país!
Como disse Mahatma Gandhi: “Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão”.
Defender a liberdade é um compromisso diário, um legado que recebemos e devemos proteger para as gerações futuras, porque sem liberdade, não há progresso, não há justiça, não há verdadeiro amor pela vida.
Como disse Voltaire: “Quando não há, entre os homens, liberdade de pensamento, não há liberdade”.
Viva o 25 de Abril
Viva Portugal"

 


Intervenção do Deputado Municipal Manuel Rascão Marques nas comemorações do 25 de abril

 

O PSD na última Assembleia Municipal, dia 28 de fevereiro, solicita ao executivo camarário que reflita sobre a real implantação dos transportes públicos e a questão dos parques de estacionamentos alternativos para não termos este abuso das autocaravanas e carros estacionados em cima dos passeios sempre aos fim de semana e quando há eventos.
 

"Sr. Presidente nada contra a construção da ciclovia.

Mas como sempre venho aqui dizendo, no que diz respeito a questões do transito, este município começa sempre pelo fim.

Então não devíamos primeiro criar alternativas de transporte? Não seria esta a forma primeira de reduzir o tráfego? Por causa da CIM a Figueira da Foz continua sem transportes municipais….

E estacionamentos alternativos? Porque não se acaba com aquela espécie de parque autocaravanas no parque das gaivotas? É para manter o mau cheiro? O lixo?

V.Exa. num vídeo, e bem, diz que na maioria das cidades com mar não há estacionamento nas marginais.

E há autocaravanas estacionadas na primeira linha de praia? Temos um parque de campismo com uma localização fantástica, porque não se cria aí um parque para autocaravanas, com todas as condições e se proíbe o estacionamento destas em toda, repito, toda a avenida marginal? Que poder têm estes senhores para continuar a estacionar onde bem lhes apetece e nada lhes acontece? É assim no resto do país? Na Europa? Não é!

Está V.Exa. preocupado em dar mais espaço aos peões e à mobilidade suave, e bem, mas fico a aguardar que também reflita sobre as questões dos transportes públicos, não para falar neles mas para concretizar a sua implantação e a questão dos parques alternativos para não termos este abuso das autocaravanas e os carros estacionados em cima dos passeios sempre aos fim de semana e quando há eventos, para além dos danos que provocam dá uma má imagem da nossa cidade."

PSD alertou sobre a real implantação dos transportes públicos e a questão dos parques de estacionamentos alternativos na Assembleia Municipal

 


O PSD na última Assembleia Municipal, dia 28 de fevereiro, alertou o executivo camarário sobre as questões de insegurança e a suposta intenção de esvaziar a lista de utentes de S. Pedro, numa altura que o Município se propõe construir cinco novas unidades de saúde.
 

"Por via de fundos comunitários, PRR, a Câmara municipal, propõem-se concretizar cinco novas estruturas de saúde de proximidade.

Apostar nestes equipamentos é imperativo, a bem, da população, da saúde de todos, do acesso equitativo e da segurança de todos.

Mas hoje, gostaria, de me focar na unidade de saúde de S. Pedro.

Um investimento de cerca de 900 mil euros.

Um grande passo para uma população que necessita de um serviço de saúde de qualidade.

Ainda assim, gostaria de alertar o Sr. Presidente para o seguinte:

Como é sabido por muitos de vós, têm surgido, nos últimos tempos, problemas graves nesta extensão de saúde.

Segundo, quem trabalha neste espaço, existe um clima de insegurança, devido a umas supostas ameaças de um utente.

Supostamente, devido a estas ameaças, saíram médicos desta unidade e foram para o centro de saúde de Lavos.

Atento este facto, existem vários utentes que estão há meses à espera que lhes marquem consultas.

Solução dos serviços, influenciar os utentes a irem para o centro de saúde de Lavos!

Já não é a primeira vez, que existe uma intenção de esvaziar a lista de utentes de S. Pedro.

Não nos parece que o problema de segurança se resolve com os médicos a serem transferidos para a freguesia do lado.

Além do mais, esta tentativa de influenciarem pessoas a irem para outro centro de saúde, está a comprometer o presente e poderá comprometer o futuro e a viabilidade do novo projeto.

Peço assim a atenção do Sr. Presidente e do seu executivo para esta questão, que coloca em causa a saúde de proximidade da população de S. Pedro, o que muito nos preocupa"

PSD alertou executivo camarário sobre as questões de insegurança e a suposta intenção de esvaziar a lista de utentes de S. Pedro na Assembleia Municipal

 

A Comissão Politica de secção do PSD da Figueira da Foz aprovou o nome do Dr. Pedro Santana Lopes, atual Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, como o candidato às próximas autárquicas 2025.

Nome que reúne consenso, tendo sido aprovado por unanimidade, reforçando a visão estratégica que o PSD Figueira da Foz tem para o concelho.

O objetivo desta aprovação assenta em princípios de desenvolvimento da Figueira da Foz na região de Coimbra com o consequente mérito que merece perante o país, sempre baseados no melhor para as populações.

Qualidade na educação, mais emprego qualificado, mais indústria, melhores acessibilidades, serviços de saúde de qualidade, diferenciados e próximos das pessoas, olhando sempre para uma qualidade de vida de quem vive, trabalha ou usufrui da Figueira da Foz.

Sendo estas as premissas e os fatores fundamentais que movem o PSD local e que sustentam a decisão do nome do Dr. Pedro Santana Lopes para continuar a estar à frente dos destinos da cidade, fortalecendo ainda que tal decisão também permitirá dar a alavancagem necessária para o progresso de todas as freguesias da Figueira da Foz.

Aprovado o nome do Dr. Pedro Santana Lopes como o candidato às próximas autárquicas 2025

  

O PSD Figueira da Foz manifesta a sua satisfação e congratula a aprovação, no dia de ontem, em Assembleia da República, do Projeto de Lei nº 416/XVI que marca a reposição das freguesias de Buarcos, S. Julião, Brenha e Santana. Acompanhando a manifestação da vontade popular demonstrada e expressa neste processo.


Enaltecendo a resiliência e o trabalho de todos aqueles que participaram neste processo, desde o primeiro dia, e que permitiram que este resultado também se tornasse possível.

 

Referimos também que continuaremos ao lado da população de Borda do Campo. Apesar de não terem alcançado as “condições legais” para a sua desagregação, a luta, a dedicação e o empenho de autarcas e populares para voltarem a ser freguesia merece toda a nossa atenção e respeito. 

 

Este é um marco importante para a valorização da identidade da população, mas também para o seu desenvolvimento, onde o PSD, através desta nova fase, reafirma a sua ação e acompanhamento junto de todos os Figueirenses, a bem da Figueira da Foz.

18 de janeiro de 2025


Desagregação Freguesias

 
Foi aprovado hoje na Assembleia da República o Documento do OE de 2025 onde está inserida uma proposta do PSD e do CDS de grande importância para todos: Elaboração em 2025 do projeto de transposição aluvionar (bypass) da barra da Figueira da Foz.

Esta proposta em concreto contou com a abstenção do Bloco de Esquerda e PAN e voto contra do PCP.
 
Ganhou o país e, essencialmente, ganharam os Figueirenses!
 


 

Aprovada a elaboração em 2025 do projeto de transposição aluvionar (bypass) da barra da Figueira da Foz

 

Conforme publicado no Povo Livre de 17 de julho e na sequência da aprovação do regulamento da eleição do PRESIDENTE DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL E DO 42.º CONGRESSO NACIONAL, no Conselho Nacional de 8 de julho de 2024, convocam-se os militantes desta Secção, para reunirem no dia 6 de setembro de 2024 (sexta-feira), das 18.00 horas às 23.00 horas, no Hotel Wellington - Rua Dr. Calado 25 - 3080-153 Figueira da Foz, com a seguinte Ordem Trabalhos:


1. Eleição Direta do Presidente da Comissão Política Nacional.
2. Eleição dos Delegados ao 42.º Congresso Nacional do PSD.

Eleição do Presidente da Comissão Política Nacional

 


Ao abrigo dos Estatutos e Regulamentos Nacionais do PSD, convoca-se a Assembleia de militantes da Secção da Figueira da Foz, para reunir no próximo dia 27 de junho de 2024, (sábado), das 14h00 às 19h00, no Hotel Wellington, Rua Dr. Calado n.º 25, 3080-153 Figueira da Foz, com a seguinte:

ORDEM DE TRABALHOS 

1. Eleição da Mesa da assembleia de secção; 
2. Eleição da Comissão política de secção. 
 
Notas: 
As urnas estão abertas das 14h00 às 20h00
As listas candidatas devem ser entregues ao Presidente da Assembleia de secção, ou a quem estatutariamente o possa substituir, até às 24h00 do terceiro dia anterior ao ato eleitoral.

Assembleia de Militantes de Secção

  

O Ministério da Saúde respondeu à questão dos deputados do PSD sobre a suspensão da atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País. 
 
Estando o PSD Figueira da Foz atento ao problema desde o primeiro dia, tendo também a deputada Ana Oliveira logo a preocupação de esclarecer esta questão via parlamento, e perante a resposta do Ministério da Saúde dizendo que a questão foi só vista apenas numa perspetiva cirúrgica e que o tratamento do cancro da mama vai muito para além disso. Uma vez que deverá ser visto a doença de uma forma multidisciplinar.
Congratulamos o governo, nomeadamente o Ministério da Saúde e a nova direção executiva do SNS pelo facto de ponderarem e avaliarem melhor esta decisão tomada pelo governo anterior para benefício de todas as pessoas envolvidas neste processo, dando destaque, fundamentalmente, às pessoas que sofrem com este problema oncológico.
 
Aqui fica o documento completo:


 

Resposta do Ministério da Saúde à questão dos Deputados do PSD sobre a suspensão da atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País

  

Pela primeira vez em Portugal no próximo dia 9 de junho vai ser possível votar ’em mobilidade’, ou seja, em qualquer mesa de voto em Portugal apresentando o seu documento de identificação.


Para saber as Assembleias de Voto no concelho da Figueira da Foz pode consultar o mapa:

Link Google Maps

Voto em Mobilidade nas Eleições Europeias

 

Os deputados do PSD, questionaram a Ministra da Saúde sobre a a suspensão da atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País.
Aqui fica o documento completo:

Assunto: Suspensão da atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País
Destinatários: Ministra da Saúde

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República.
No passado dia 26 de fevereiro, a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS) aprovou a Deliberação n.º 11/2024, decidindo “suspender a atividade cirúrgica no âmbito da neoplasia da mama” nas seguintes Unidades Locais de Saúde (ULS) do SNS:
  • ULS Oeste, com referenciação para a ULS de Leiria;
  • ULS Cova da Beira, com referenciação para a ULS de Coimbra ou o IPO de Coimbra;
  • ULS Baixo Mondego, com referenciação para a ULS de Aveiro ou o IPO de Coimbra;
  • ULS Guarda, com referenciação para a ULS de Coimbra ou o IPO de Coimbra;
  • ULS Castelo Branco, com referenciação para a ULS de Coimbra ou o IPO de Coimbra;
  • ULS Barcelos/Esposende, com referenciação para a ULS de Braga;
  • ULS Nordeste, com referenciação para a ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Esta decisão da DE-SNS invocou avaliações técnicas diversas, sustentando-se em critérios de casuística referente a volume de doentes tratadas, número de episódios cirúrgicos e recursos clínicos dedicados, sustentando pretender melhorar os resultados clínicos na referida área.
Porém, a referida Deliberação da DE-SNS não dilucida suficientemente as razões pelas quais decidiu encerrar a atividade cirúrgica nas 7 ULS mencionadas, incluindo na região de Coimbra, o que dificulta a avaliação dos efeitos que a referida decisão poderá acarretar para a saúde das mulheres.
Ora, o Partido Social Democrata considera importante avaliar qual o impacto da decisão tomada sobre a acessibilidade de doentes oncológicos, assim como perceber se a suspensão da atividade cirúrgica em questão não poderá induzir uma ainda maior saída de médicos do SNS.
Assim, face ao exposto, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis os deputados abaixo assinados, do Grupo Parlamentar do PSD, vêm, por intermédio de Vossa Excelência, solicitar ao Governo, através do Senhor Ministro da Saúde, os seguintes
esclarecimentos:
1. Quais os efeitos que a decisão da DE-SNS de suspender a atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País poderá ter na acessibilidade de doentes oncológicos aos tratamentos de que necessitam?
2. Que medidas foram ou estão a ser tomadas para prevenir os riscos de uma potencial saída de profissionais de saúde do SNS, como consequência da decisão da DE-SNS de suspender os trabalhos cirúrgicos nas ULS Oeste, da Cova da Beira, da Guarda, de Castelo Branco, do Baixo Mondego, de Barcelos/Esposende e da ULS Nordeste?

Palácio de São Bento, 20 de maio de 2024 

Deputado(a)s
ANA OLIVEIRA(PSD)
MIGUEL GUIMARÃES(PSD)
FRANCISCO SOUSA VIEIRA(PSD)
ALBERTO MACHADO(PSD)
ANDREIA BERNARDO(PSD)
DULCINEIA CATARINA MOURA(PSD)
ISABEL FERNANDES(PSD)
SANDRA PEREIRA(PSD)
BRUNO VITORINO(PSD)
MIGUEL SANTOS(PSD)
SOFIA CARREIRA(PSD)
ANA GABRIELA CABILHAS(PSD)
ANA SANTOS(PSD)
CARLOS CAÇÃO(PSD)
CARLOS EDUARDO REIS(PSD)
CIDÁLIA ABREU(PSD)
HUGO PATRÍCIO OLIVEIRA(PSD)
JOÃO ANTUNES DOS SANTOS(PSD)
MAURÍCIO MARQUES(PSD)
RICARDO CARVALHO(PSD)
TELMO FARIA(PSD)
GERMANA ROCHA(PSD)
JORGE PAULO OLIVEIRA(PSD)

 

 

Deputados do PSD questionam a Ministra da Saúde sobre a suspensão da atividade cirúrgica da neoplasia da mama em diversas Unidades Locais de Saúde do País

Na Assembleia Municipal do passado dia 30 de abril o deputado municipal Manuel Rascão Marques questionou o executivo sobre a reconstrução das Comportas do Vale do Pranto.

"A não reconstrução destas comportas origina que as águas salgadas se infiltrem nos campos, o que afeta gravemente a produção de arroz no Vale do Pranto.

Já houve várias reuniões, foi dito que o projeto para as comportas da Maria da Mata estava concluído e aprovado e que iriam ser feitas as candidaturas para as obras a realizar pela CCDR, previstas para se iniciarem neste mês, que como sabemos acaba hoje.

Nada está feito, nem se vislumbra quando será feito.

Assim questiono V.Exa. se nos pode dar alguma informação e quais têm sido as diligências efetuadas pelo município no sentido de pressionar quem tem a obrigação de realizar esta obra para que o faça."

Assembleia Municipal questionou o executivo sobre a reconstrução das Comportas do Vale do Pranto

 

Na Assembleia Municipal do passado dia 30 de abril o deputado municipal Manuel Rascão Marques questionou o executivo sobre o estado do Campo de jogos na Praia de Quiaios.

"Este campo, sito na Praia de Quiaios, na situação em que está não dignifica o nome do Sr. Presidente, assim questiono se está previsto o seu melhoramento, ou caso não havendo verba para tal, porque não se encontra uma solução com a Junta de Freguesia e com os comerciantes instalados junto ao mesmo?

Este campo tem utilização e se fosse melhorado poderia ter muito mais utilização, com os benefícios inerentes."

Assembleia Municipal questionou o executivo sobre o estado do Campo de jogos na Praia de Quiaios

 

Na Assembleia Municipal do passado dia 30 de abril o deputado municipal Manuel Rascão Marques questionou o executivo sobre a suspensão de cirurgias do carcinoma da mama no Hospital da Figueira da Foz.

"Na sequência da deliberação da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde que determina a suspensão de cirurgias do carcinoma da mama no Hospital da Figueira da Foz, obrigando as mulheres a deslocarem-se para Aveiro ou Coimbra. 

Não podemos deixar de lamentar que um Hospital que tem um serviço de excelência nesta área, como é o caso da Figueira da Foz, com um impacto muito positivo no que se refere aos tempos e qualidade de resposta, leve a que as utentes tenham que se deslocar para outros hospitais que não têm estas valências.

Esta é mais uma das valências, a suceder, que o Hospital da Figueira da Foz, perde… 

Sempre falamos da importância da proximidade e da equidade no acesso à saúde. 

Não é aceitável que só se veja a saúde pelo prisma da estatística! 

Assim questiono, como é que o município tem acompanhado esta questão e que diligências efetuaram no sentido de se tentar evitar a perda de mais esta valência."

Assembleia Municipal questionou o executivo sobre a suspensão de cirurgias do carcinoma da mama no Hospital da Figueira da Foz

 

Na sequência da deliberação da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde que determina a suspensão de cirurgias do carcinoma da mama no Hospital da Figueira da Foz, obrigando as mulheres a deslocarem-se para Aveiro ou Coimbra. O PSD Figueira da Foz manifesta a sua profunda preocupação.

Sabemos que o HDFF (agora Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego) tem desenvolvido um serviço de excelência nesta área, com um impacto muito positivo no que se refere aos tempos e qualidade de resposta.

Esta decisão pode provocar um aumento do volume de cirurgias e maior pressão nos hospitais centrais tendo, inevitavelmente, um impacto negativo no que se refere ao tempo de resposta.

Para a Comissão Politica do PSD Figueira da Foz, é imperioso garantir que o acesso das doentes a estas cirurgias e tratamentos do carcinoma da mama não seja prejudicado com esta decisão.

De referir ainda que a Direção Executiva do SNS deverá explicar os motivos pelos quais decidiu encerrar estas unidades, pois as fundamentações apresentadas são manifestamente insuficientes.

Hospitais como o da Figueira da foz são fundamentais quando falamos na importância da proximidade e da equidade no acesso à saúde.

Ver a saúde enquanto estatística, afasta a humanização que nela existe. Na saúde não existem números. Existem pessoas.

Direção Executiva do SNS encerra cirurgia ao cancro da mama no HDFF

 

O PSD na última Assembleia Municipal, dia 23 de fevereiro, apresentou uma moção de congratulação pela inauguração do Mosteiro de Seiça.
 

"Moção de congratulação do PSD pela inauguração do Mosteiro de Seiça

O Partido Social Democrata congratula-se com a inauguração do Mosteiro de Santa Maria de Seiça, ocorrido no dia 26 de Janeiro último.
Desde sempre o PSD da Figueira da Foz acompanhou, com muito interesse, o evoluir da situação deste monumento de valor inqualificável, pertencente ao Município da Figueira da Foz e que se encontrava em ruínas, com risco de derrocada e de perca de todo o valor patrimonial e histórico que ele encerava em si. Muitas vezes, em sede de Assembleia Municipal, foram realizadas intervenções recorrentes sobre esta matéria, com argumentos de quem conhece o Mosteiro há longa data, tendo sido apresentadas inúmeras ideias e soluções para a sua classificação. 
Mais ainda, na década de 90 a bancada do PSD na AM, iniciou um processo pesquisa e do historial do Mosteiro e da sua valorização junto de entidades e instituições que poderiam firmar um estatuto de maior relevo no panorama arquitetónico, histórico e patrimonial, a fim de deixar para as gerações vindouras um legado de valor inqualificável, que felizmente teve o seu feliz desfecho na sexta-feira, dia 26 de Janeiro.
Desde a aquisição do Mosteiro a particulares, à sua classificação, ao acompanhamento técnico a que foi sendo votado pelos vários executivos, a candidatura a fundos europeus, a criação de um projeto de requalificação do edifício e da envolvente, a criação de trabalhos científicos que neste hiato de tempo foram sendo dados à estampa, tiveram sempre o mais interesse, a presença e votos favoráveis da nossa bancada.
O tempo passou, mas não consideramos em vão todo esse percurso.

Existiram esforços concretos e foram geradas todas as sinergias possíveis para que o Mosteiro saísse à luz do dia, novamente belo e projetando-se para o futuro como uma marca cultural da nossa cidade e região.
Que este dia seja só o início de muitas visitas a Seiça e ao nosso Concelho, tendo como motivo condutor este belo mosteiro centenar, implantado em terras de Seiça, na freguesia do Paião.
Sentimos que este mosteiro nos pertence a todos. As pessoas que acorreram a Seiça no dia da sua inauguração e nos dias imediatamente a seguir, sentiram que algo de muito importante tinha sido realizado e que ali estava uma jóia patrimonial, que é preciso a partir de agora, preservar, cuidar, animar e fruir.
Porque estivemos sempre atentos e bastante expectantes sobre o processo de requalificação do Mosteiro de Seiça, deixamos de forma inequívoca uma saudação de parabéns pela obra final que nos foi apresentada e desejamos continuar atentos e a velar cuidadosamente pelo estado desta bela obra de arte nos anos que se seguem."

PSD apresentou moção de congratulação pela inauguração do Mosteiro de Seiça na Assembleia Municipal

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