Intervenção do Deputada Municipal Manuel Rascão Marques na Assembleia Municipal de dia 14 de dezembro de 2018

Intervenção do Deputado Municipal Manuel Rascão Marques no período antes da ordem do dia na reunião da Assembleia Municipal de dia 26 de junho de 2020:


"Pretendo nesta sessão abordar sucintamente a forma que o Sr. Presidente e demais Vereação socialista, têm de publicitar o n/concelho para fins turísticos.

Primeiro fizeram, ainda no tempo do anterior Presidente uma campanha publicitária para a Figueira da Foz, dentro da Figueira da Foz!! Como é que se trás turistas publicitando-se dentro da própria cidade? …

Agora resolveram fazer um vídeo publicitário, na minha opinião de mau gosto (apesar das belas imagens), mal produzido, publicidade enganosa e um insulto à Figueira da Foz!

Porque considero um insulto, pois tão só porque a Figueira da Foz não se parece com nenhum local, é única! não é comparável!

Gastam V.Exas. imenso dinheiro em assessorias e não são capazes de o fazer em quem efectivamente perceba de publicidade?!!!

E porque é publicidade enganosa? Porque esta cidade é um estaleiro há mais de um ano com o mau aspecto que isso da para não falar dos transtornos para quem aqui habita como para quem nos visita, porque os passadiços das praias ou estão degradados ou nem sequer estão colocados, porque os acessos à praia estão degradados ou fechados e agora emparedados…, porque os balneários públicos estão fechados ou degradados, porque as principais vias onde as pessoas caminham estão cheias de dejectos dos animais e se as pessoas não têm uma atitude cívica os serviços camarários deverão agir, porque a cidade está muitas vezes suja, porque os equipamentos estão degradados ou abandonados, porque não há uma politica para o turismo de autocaravanas e temos os parques de estacionamento ocupados em demasia com autocaravanas diminuindo ainda mais os estacionamento de veículos agravado pelo facto da não existência de transportes públicos adequados pelo menos para as zonas ditas de turísticas.

Não esquecendo neste momento de falar das fartas promessas, com certeza para breve (não se sabe é quando será este breve se daqui a um mês, um ano, dez anos), nomeadamente o barco para fazer a ligação da cidade ao cabedelo (que foi publicitado que estaria a funcionar esta ano), das ciclovias, do Parque Urbano na freguesia de Tavarede (será que a empresa já cumpriu o acordado? Quantas árvores já ali foram plantadas?), da piscina enfim é bom que continue a prometer Sr. Presidente…

A Figueira da Foz, o n/concelho merece muito mais, merece respeito, que seja divulgado de forma correcta, atractiva, trabalho feito por verdadeiros profissionais.

Queremos que quem nos visite, volte e divulgue o n/concelho e com o estado em que se encontra presentemente temo que dificilmente o façam.

Disse"

Intervenção do Deputado Municipal Manuel Rascão Marques na Assembleia Municipal de dia 26 de junho de 2020

Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa na Assembleia Municipal de dia 14 de dezembro de 2018
Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa no período antes da ordem do dia na reunião da Assembleia Municipal de dia 26 de junho de 2020:

"O Forte de Santa Catarina

O Forte de Santa Catarina, cuja construção atual remonta ao reinado de Filipe I de Portugal (finais do séc. XVI), poderia ser transformado num digno centro interpretativo da Guerra Peninsular (sobre as invasões Francesas e auxílio do exército Inglês, na primeira década do séc. XIX), assim como dos ataques históricos de corsários ingleses no séc. XVII.

Este conjunto arquitetónico militar poderia servir de laboratório histórico, aberto a visitas a turistas e estudantes, respondendo aos desígnios da flexibilidade curricular preconizada pelo Ministério da Educação, que evoca a necessidade de criar novos e diferentes ambientes de aprendizagem.

Ao invés disso, no seu interior foi implantado um complexo de bar/restaurante, ornado com sombreiros de colmo ao estilo do Caribe, completamente descontextualizados da envolvente, ferindo o propósito da criação daquela edificação, perfurando a muralha em vários pontos para melhor servir o acesso dos possíveis utilizadores do espaço. Uma escada de betão rompe a muralha histórica, esta, volta a sofrer ferimentos com a fixação de um dístico completamente redundante, onde se lê “Forte”. E é nas traseiras do complexo do Ténis Clube onde se encontra a ser construído mais um disparate arquitetónico, uma pretensa Casa de Chá, voltada para o rio, mas que para ser construída, fere de novo a muralha do Forte de Santa Catarina, oculta-a e quem se desloca de sul para norte, fica com uma visão limitada da grandeza e beleza desta fortificação, escondida que está atrás de um edifício modernista de ferro, madeira e (futuramente) vidro. Muitas outras cidades tentaram uma coexistência entre o património histórico e as construções modernistas/funcionalistas, a maior parte delas com o objetivo de criar equipamentos culturais, que melhor servissem a cidade. Aqui não é o caso, um edifício histórico, está ao serviço da economia e do comércio de particulares, sem qualquer preocupação com o significado da real preservação do património.

Já nos bastava a colonização pelo Ténis Clube nas suas traseiras, nas áreas mais baixas junto à circular, no qual estão construídos mais dois courts de Ténis, que para facilitar o acesso aos praticantes da modalidade, mais uma vez criaram uma incisão na muralha na qual se fixa uma escada em madeira, mesmo ao lado da dita construção, futura Casa de Chá.

Perguntamos, como foi possível viabilizar este (e o outro estabelecimento) no coração histórico da nossa cidade, sem que para tal ninguém tivesse uma palavra a dizer. Uma estrutura que nasceu da noite para o dia, que peca por ocultar uma parte significativa do Forte de Santa Catarina e do substrato rochoso sobre o qual este foi construído, vestígios do antigo promontório de Santa Catarina, constitui um atentado urbanístico, que muito nos desagrada, somos veementemente contra tal situação, e questionamo-nos como tal abjeção foi autorizada pela tutela, quando se trata de um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1961.

Se tivéssemos muitos edifícios históricos, poderíamos de algum modo explicar este desaire, mas não, a nossa cidade não é assim tão rica em património, por isso não o podemos desvirtuar ao sabor de outros interesses que não sejam os de zelar pelo legado que os nossos antepassados nos deixaram e que conta a nossa História. Deveríamos antes criar todas as condições para que os alunos tivessem naquele local aulas, no exterior dos muros da escola, que tão enriquecedoras são, proporcionando-lhes aprendizagens verdadeiramente significativas."

Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa na Assembleia Municipal de dia 26 de junho de 2020



Decorreram hoje, dia 27 de junho as Eleições para a Comissão Política de Secção e para a Mesa da Assembleia de Secção da Figueira da Foz do Partido Social Democrata. Os resultados foram os seguintes:

Comissão Política:
Lista A: 184
Lista B: 141
Votos em branco: 2
Votos Nulos: 3

Mesa da Assembleia:
Lista A: 182
Lista B: 142
Votos em branco: 3
Votos Nulos: 3


Resultados Eleitorais



Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do PSD, convoca-se a Assembleia de Secção da Figueira da Foz, para reunir no próximo dia 27 de junho (sábado) de 2020, das 14h00 às  18h00, na Sede do PSD, sita na rua da Liberdade, nº 6, com a seguinte:

ORDEM DE TRABALHOS 

1. Eleição da Comissão Política de Secção; 
2. Eleição da Mesa da Assembleia de Secção.
Notas: As candidaturas devem ser entregues na Sede do PSD/Figueira da Foz, até às 24H00 do terceiro dia anterior ao ato eleitoral, ao Presidente da Mesa da Assembleia de Secção ou membro desta mesa por ele designado.



Assembleia de Secção

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