Deputada figueirense Ana Oliveira questiona Ministro do Ambiente sobre o estudo da transposição das areias
A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou o Ministro do Ambiente e Transição Energética, na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, sobre quando, afinal, sairá o estudo sobre a avaliação de impacto do mecanismo fixo de transposição de areias.
A resposta dá, de repente, uma esperança a todos, referindo o Sr. Ministro que o estudo poderá ser adjudicado daqui a 2 ou 3 meses, ou seja em cima das próximas eleições legislativas! Interessante... Talvez mais uma mera coincidência?

Ou campanha eleitoral?

A ver vamos!
Aqui está o vídeo da intervenção:



Aqui está o vídeo da resposta:

Deputada figueirense Ana Oliveira questiona Ministro do Ambiente sobre o estudo da transposição das areias

Deputada figueirense Ana Oliveira interveio no debate sobre a dispensa a cobrança de taxas moderadoras

A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira interveio no debate do Projeto de Lei que dispensa a cobrança de taxa moderadora nos cuidados de saúde primários e nas demais prestações de saúde sempre que a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde, onde além das taxas moderadoras, também se discutiu o estado da saúde em Portugal.
Aqui está o vídeo da intervenção:

Deputada figueirense Ana Oliveira interveio no debate sobre a dispensa a cobrança de taxas moderadoras

Deputada figueirense Ana Oliveira

A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou o Ministro dos Negócios Estrangeiros, na comissão de Assuntos Europeus, sobre a evolução das negociações dos fundos europeus e sobre o que feito o Governo sobre as politicas de direitos sociais europeus.
Aqui está o vídeo da intervenção:

Deputada figueirense Ana Oliveira questionou Ministro dos Negócios Estrangeiros

Deputada Ana Oliveira
A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira interveio no debate da Reapreciação do Decreto da Assembleia n.º 290/XIII/4.ª sobre Manutenção de farmácias de dispensa de medicamentos ao público nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
Aqui está o vídeo da intervenção:

Deputada figueirense Ana Oliveira interveio no debate sobre a manutenção de farmácias de dispensa de medicamentos ao público nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde

Estamos perante uma obra recentemente inaugurada!!
Nova forma de cuidar o espaço público .... a zona verde deu lugar ao betão!!




Estado do Concelho III

Resposta do Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem 
A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou ontem novamente o Ministro da Agricultura, Florestas e Desen. Rural acerca do abandono e da urgente intervenção e organização florestal da Serra da Boa Viagem.
Segue abaixo o comentário da Deputada à resposta do Sr. Ministro:
"É lamentável o encerramento dos serviços florestais no concelho da Figueira da Foz, que se deslocaram para Montemor -o-Velho, não tendo o Sr. Presidente da Câmara feito nada para o impedir.
Os 10 anos de socialismo local são ignorados pelo próprio governo socialista na resolução do problema existente na Serra da Boa Viagem.
O Município não reivindica, não luta pela resolução numa perspetiva de limpeza, reflorestação e prevenção e assistimos da parte do governo a promessas e mais promessas.
A eliminação de árvores afetadas pelos incêndios e pelo Leslie, limpeza, podas, remoção de cepos, instalações de proteções às jovens plantas, reflorestação e recuperação e tratamento da rede viária estão dependentes da aprovação de uma candidatura do PDR 2020 ( como consta na resposta do Sr. Ministro) ou seja se não for aprovada a Serra da Boa Viagem ficará ao abandono.
Por aqui se vê a importância que o governo socialista dá à Figueira da Foz e a falta de empenho da Câmara Municipal socialista.
O tempo passa e o pulmão do nosso concelho continua a ser mal tratado, os figueirenses, a Figueira da Foz merecem mais e melhor.
Os melhores cumprimentos,
Ana Oliveira"

Resposta do Ministério para consulta de todos:

Resposta do Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem

Resposta do Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem


Resposta do Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem

Deputada figueirense Ana Oliveira questionou Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem
A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou o Ministro da Agricultura, Florestas e Desen. Rural, na audiência da Comissão de Agricultura e Mar, sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem.
Aqui está o vídeo da intervenção:

Deputada figueirense Ana Oliveira questionou Ministro da Agricultura sobre o estado de abandono da Serra da Boa Viagem

 
 
 
Sendo o Miradouro da Bandeira, um dos pontos de interesse turístico do nosso Concelho, é lamentável o estado de abandono a que o mesmo foi voltado nos últimos anos e, de que a culpa não foi do “Leslie”.

Quem visitar o Miradouro, depara-se com lixo espalhado pelo chão, espaços verdes ao abandono, cheios de ervas, as papeleiras cheias de lixo.....

Quem visitou o local este fim de semana, viu que no mesmo se encontravam elementos do ICNF / Proteção Civil.

Lamentável é que o Dr. Carlos Monteiro, não consiga coordenar a limpeza do espaço, com os vigilantes do ICNF / Proteção Civil.

Ainda voltando à história da Cigarra e da Formiga, no período que fui vereador com o pelouro do ambiente e espaços verdes, o Miradouro da Bandeira, foi requalificado, assim como, entre muitos trabalhos realizados, foram pintados os muros, houve o arranjo da rotunda, colocação de papeleiras e de um contentor do lixo.

Atualmente, é chocante que nem a manutenção da limpeza consiga ser feita condignamente!

Ricardo Silva

Figueira da Foz, 3 de junho de 2019

Miradouro da Bandeira

Saudar os Figueirenses que não abdicaram do seu direito de voto
A comissão política de secção do PSD da Figueira da Foz vem saudar os figueirenses que não abdicaram do seu direito de voto exercendo-o de forma livre e ordeira, cumprindo a verdadeira democracia.
O voto é um poder que cada eleitor tem para decidir o seu futuro e assim esperamos que os figueirenses nas próximas eleições não abdiquem também de expressar a sua vontade.

Saudar os Figueirenses que não abdicaram do seu direito de voto

Estado do Concelho II
Quando se fala em integração, cuidado com o uso de dinheiros públicos, transparência, vale a pena alertar para o facto da obra identificada nas fotografias, em Brenha, que foi paga com os impostos de todos nós e a Câmara Socialista em 10 anos não foi capaz de preservar e dar-lhe a devida utilização deixando-a em completo abandono.
Agora que o Dr. Carlos Monteiro, líder socialista local e Presidente do Município tanto promete e que mantém obras desnecessárias com intuitos eleitoralistas, era bom que preservasse o património municipal existente. 
Os figueirenses merecem mais e melhor.
 
 
 
 
 

Estado do Concelho II

Estado do Concelho
Nos últimos anos a Figueira da Foz, perdeu influência política, económica e respeito no contexto regional. Em contra ciclo com o País, não otimiza as nossas potencialidades turísticas e não tem uma estratégia que se conheça para inverter tal situação.

Hoje estamos pior, comparado com a situação que foi vivida até 1997.

O PSD conquistou a Câmara Municipal, pela 1º vez em 1997 e colocou a Figueira no mapa!!

A Figueira passou a estar na MODA!

O PSD teve de infraestruturar o Concelho, foi feito em 8 anos o que não foi feito em 24 anos!!

Foi a Conquista do tempo perdido!

Passo a citar alguns exemplos:

Aquisição pela Câmara Municipal, do Paço de Maiorca, do Abrigo da Montanha, Quinta das Olaias, Castelo Eng. Silva, Convento de Seiça, a Casa do Paço, Piscina Mar, Cedência do Forte de Santa Catarina à Câmara Municipal, Recuperação do Paço de Tavarede (já na altura com 15 anos de promessas).

Centro de Artes e Espetáculos, Museu do Mar, Arquivo Fotográfico Municipal, Núcleo Museológico do Mar em Buarcos e a Requalificação da Biblioteca Municipal.

Construção de 2 Piscinas Cobertas Paião e Alhadas, construção de 5 Piscinas descobertas.

Recuperação para o Município do Parque Industrial da Gala e, requalificação das respetivas infraestruturas.

Recordo ainda, o Aeroporto Internacional …. que afastou investidores!!

Só partir daí foi possível alienar terrenos e captação de industrias geradoras de empregos.

Construção de Incubadora de Empresas.

Construção Zona Industrial da Ferreira-a-Nova.

Alteração do PDM para Plataforma Logística de Vale de Murta e Zona Industrial do Pinhal da Gândara ( Pincho ).

Taxa de cobertura de Saneamento de 10% para 90%, construção de Etar´s, emissários, mais 250 km rede saneamento básico remodelação de água, abastecimento ao Sul do Concelho, um investimento total de 70 milhões de euros … e 25% comparticipados pela Câmara Municipal.

Relembro foi o PS que privatizou as águas!

Construção das Abadias Norte, Requalificação de Espaços Verdes, Abadias, Marginal, Jardim Municipal, Rotundas... Foram plantadas mais de 1500 Árvores!!!

Construção e requalificação de todos os Parques infantis... hoje basta ver o estado dos mesmos.

Reforço de meios para a Limpeza urbana que não tinha... Figueira da Foz era das cidades mais limpas e com as zonas verdes mais cuidadas do pais... noticias de órgãos de comunicação social nacionais!

Havia qualidade do espaço público urbano, nos parques, nos jardins e nas zonas de lazer.

Na Educação o estado lamentável das escolas e dos materiais auxiliares de educação, poucos e em mau estado..... as Escolas foram requalificadas, foi instalado aquecimento e telefone fixo.

Programas de educação física e natação nas escolas programa “Mente Sã em Corpo São”.

Construção Novos Pré-Escolar Municipal que não existia.

Centro Escolar.

Centro Formação Profissional.

Contratos com as associações para Formação desportiva, construção e modernização das instalações desportivas.

Iluminação do Estádio José Bento Pessoa.

Apoio às coletividades - receberam os apoios de décadas de promessas, o que permitiu que fizessem obras, permitiu a sua modernização.

Realização da Bienal das coletividades, rotas das Filarmónicas, etc.

Aquisição de Autocarros para apoiar os Estabelecimentos de Ensino, IPSS, Coletividades e Associações.

Aquisição de carrinhas e viaturas de apoio à Ação Social.

Implementação dos atuais Serviços Sociais do Município... em 1998 eram 2 pessoas.

Construção e apoio a equipamento social em todas as freguesias.

Habitação Social a custos controlados! Mais 600 Fogos.

Passadiços em Todas as Praias do Concelho, e infraestruturas.

Aproveitamento do Areal da Praia, Oásis, campos sintéticos Futebol, Andebol e Basquetebol.

Requalificação do Parque Campismo... não havia investimento desde finais dos anos 80.

O investimento privado de Hotel 4 estrelas com centro de congressos incluído... , não acontecia há 50 anos, que dá vida à Figueira da Foz, mais de 32 mil dormidas ano.

Construção das Rodovias urbanas, pavimentação e abertura de novas de estradas.

Forte investimento na sinalização e na segurança, substituição de sinalética e instalação de controladores de velocidade em todo o concelho.

250 abrigos passageiros.. não existiam nas zonas rurais.

O incentivo à construção, expansão da cidade.

Acessibilidades

Uma relação correta e permanente com o poder central foi possível concretizar as acessibilidades há anos anunciadas, como o alargamento da entrada principal da cidade, A14 ligação ao IP3, A17, IC8, Ponte dos Arcos, o Portinho da Gala... A variante de Tavarede, etc....

O Dr. Carlos Monteiro em 10 anos nem conseguiu articular e concretizar com o poder central requalificação da EN 109....

Nem resolver os problemas dos cruzamentos da Costa de Lavos e Marinha das Ondas.

Criação dos Serviços Proteção Civil da Praia à Floresta, Todos em em Segurança.

Nos anos de Governação PSD, nunca nos queixámos da divida Socialista herdada... que era superior ao limite da capacidade de endividamento da Câmara Municipal.

Foi feita Obra!

Agora o Dr. Carlos Monteiro anda há 10 anos a queixar-se obsessivamente que andam a pagar a dividida deixada pelo PSD! Em vez de resolver os Problemas concretos e reais dos Figueirenses.

Se houve Municípios que se endividaram, foi fruto de sucessivos governos socialistas que permitiram que os Municípios se endividassem, chegaram aos níveis de endividamento que chegaram.

Orgulham-se de apresentar saldos de gerência a uma média de 9 milhões de euros ano...

Mas não têm competência para cumprir os mínimos, ter o concelho limpo e com qualidade do espaço público urbano....

Foram 10 anos de retrocesso!

Foram 10 anos em que o País cresceu ( diz o governo) e a Figueira da Foz não aproveitou.

Foram 10 anos de isolamento da Figueira da Foz do desenvolvimento turístico .

Foram 10 anos que dificilmente se recuperam.

Foram 10 anos sem qualquer ideia ou realização para sustentar um Futuro.

Foram 10 anos a perder população.

Foram 10 anos de poder “arrogante” e pseudo esclarecido.

Foram 10 anos a lutar por um parque verde que cada vez mais é um parque de superfícies comerciais.

Foram 10 anos a lutar pela não destruição do Parque de campismo , cada vez mais ao abandono!

Foram 10 anos a cortar árvores sem repovoamento.

Foram 10 anos a lutar contra a destruição do Horto Municipal.

Como diz a canção “ 10 anos é muito tempo...”!

Tal como em 1997 a Figueira da Foz, está ao desleixo ao abandono e à deriva!


Figueira da Foz, 20 de Maio de 2019


Vereador PSD da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Ricardo Silva

Estado do Concelho

Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz

Esta proposta de Regulamento do Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz é a vossa proposta final, que irá para discussão pública.

De acordo com o Código do Procedimento Administrativo, foi publicitado página oficial do Município, que permitiu ao público em Geral que apresentasse contributos para a elaboração do projeto do Regulamento.

Mas, não foram registados contributos de munícipes.

É de lamentar, que a Câmara Municipal, não tenha publicitado devidamente o projeto de Regulamento, tendo em vista a importância do Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz.

Em Abril de 2018, foi-me enviado o 1º draft de Regulamento, a solicitar contributos para o referido Regulamento, o qual tive a oportunidade em tempo útil expressar o meu contributo.

O Regulamento final algo mais simples e melhor do que o 1º draft.

Artigo 6º

Composição do Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz.

Integram

1) Os vereadores sem pelouro não podem estar presentes?

a) Não interessa incluir a Escola Profissional da Figueira da Foz? Que tem cursos de hotelaria e turismo?

b) Representantes do alojamento local.

No alojamento local na Figueira há 305 registados, como podem ser parte do CMTFF? O papel do Município incentivar a criação de uma Associação de Alojamento Local da Figueira da Foz e podiam até criar uma plataforma para se agregarem.

c) A Associação do Bairro Novo, por ex., não conta? Ou outra de interesse para o turismo que entretanto se venha a constituir?

d) Não incluem as empresas de animação turística.

São estas empresas que trabalham o território com a oferta local, é uma oportunidade para se consolidarem.

Estão 17 registadas, todas a trabalhar o chamado outbound ou outgoing, ou seja turismo daqui para o estrangeiro.

enquanto as agências de turismo são 10 .

Artigo 7º

g) “Elaborar estudos, propostas ou recomendações de âmbito turístico, designadamente no que diz respeito à valorização da oferta turística do concelho e qualificação do destino Turístico.”

Como será adjudicado este tipo de estudos?

A Criação do Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz, peca por tardia, só agora no ano 0 + 0 do 3º mandato é que se lembraram, e parece que mais feita à pressa e com falta de elementos conforme indiquei.

A Comissão de Turismo do Programa Eleitoral do PSD era bem melhor que vossa proposta.

Comissão Municipal de Turismo

“Propõe-se a constituição de um órgão de consulta e concertação, de estudo das matérias respeitantes à economia e ao turismo em particular, face à importância que o sector representa na estratégia de desenvolvimento da cidade e do seu concelho estruturada numa entidade de consulta para a área económica e turística, com agentes de natureza publica ou privada que atuem no concelho.

Tem como objetivo promover a participação e o envolvimento dos agentes económicos e dos decisores da política turística do concelho para um desenvolvimento económico e turístico com a conceção e implementação de soluções sustentáveis e de criação de condições de competitividade que produzam resultados efetivos no desenvolvimento do concelho.”

Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz

 

Constatamos com profunda preocupação que a conservação e a requalificação do património cultural no concelho da Figueira da Foz deixam muito a desejar.

Relembramos que o PSD tem vindo a alertar, nos locais próprios, para o estado de grande degradação do património cultural.

Basta pensarmos como está a situação dos Azulejos da Casa do Paço, das Muralhas de Buarcos, da Estação Arqueológica de Sta. Eulália e da Capela adjacente, do Moinho das Marés, do Património Geológico do Cabo Mondego, do Mosteiro de Seiça, do Dólmen das Carniçosas, do Pelourinho da Figueira, do Cruzeiro…
E as promessas da aquisição da Casa da Renda nas Alhadas?

Isto para não falarmos nas trapalhadas da recuperação das janelas do Palácio Conselheiro Branco...

O Dr. Carlos Monteiro, ao longo dos últimos 10 anos, anuncia que vão fazer, mas tudo não tem passado de propaganda, e, neste caso, enganosa, porque o que temos assistido é a um rol de promessas.

Como todos constatam, estão a ser gastos milhões de euros em obras, em replicar de obras, sem qualquer utilidade.

Tal como o PSD já tinha dito, não somos contra obras, mas entendemos que há obras mais prementes para o concelho do que as que estão a ser feitas.

É de lamentar o estado de abandono e de desleixo a que esta Câmara votou o património cultural do concelho, ao invés de o conservar e requalificar, não só pela obrigação da preservação da memória coletiva, mas também pela assunção como alavanca que aquele tem de ser para a atividade turística!
Figueira da Foz, 14 de maio de 2019

Indignação do PSD da Figueira da Foz face à degradação do património cultural no concelho

Deputada figueirense Ana Oliveira em audiência com o Movimento SOS Cabedelo na Assembleia da República

A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou o Movimento SOS Cabedelo, na audiência em que o movimento cívico esteve presente na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, sobre o que vai acontecer na zona do "quinto molhe" e o estado do estudo da APA sobre a transposição das areias da zona norte para a zona sul que o executivo socialista continua sem responder.
Aqui está o vídeo da intervenção:

Deputada figueirense Ana Oliveira em audiência com o Movimento SOS Cabedelo na Assembleia da República

Novas Competências das Juntas de Freguesia 

Caro(a) militante e simpatizante
No próximo dia 9 Maio, vai ocorrer uma sessão de esclarecimento "Novas Competências das Juntas de Freguesia".

Venha participar nesta iniciativa, que se realiza na Assembleia Figueirense pelas 21h, onde teremos a presença do Dr. Álvaro Amaro, candidato do Partido Social Democrata às Eleições Europeias.

Não falte! Contamos consigo.
Saudações Sociais Democratas.

Link para se inscrever na iniciativa: https://forms.gle/CEEk4pJoCCP6hsCa8

Novas Competências das Juntas de Freguesia

Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa na Comemoração do 25 de abril de 2019

Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa nas comemorações do 25 de abril no CAE:

"Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal
Exmo. Sr. Orador Convidado,
Exmo Sr. Representante da Associação 25 de Abril
Exmos. Sr. Representante do Conselho Municipal da Juventude e demais oradores desta sessão
Exmos. Srs Deputados da Assembleia Municipal
Exmos. Srs. Vereadores
Caríssimos elementos da comunicação social
Ao público presente, cumprimento todos e tod@s:
Comemora-se hoje o maior ponto de viragem da História recente de Portugal. O dia que marca o 45º aniversário da revolução dos cravos, abrindo caminho à tão desejada democracia.
Hoje, como mulher e democrata, reflito sobre o papel da mulher no antes e no pós-25 de abril. Que conquistas e desafios, que dificuldades e provações se depararam à mulher portuguesa, após este marco histórico?
Sabe-se que nesse dia, a mulher, participou alegremente na revolução de 74. Nas ruas de Lisboa, ela exultou de alegria, tal como nos descreveu o escritor Manuel António Pina:
[Cito] “Os corações exultaram de alegria (…) os soldados puseram cravos vermelhos nas espingardas e as mulheres esqueceram-se do jantar e das limpezas da casa e correram para a rua com os filhos ao colo e cravos vermelhos ao peito, chorando e rindo, comovidas e confusas…”.
E porquê esta tão grande comoção nas mulheres?
A mulher, durante os treze longos anos da guerra colonial, viu partir os seus filhos, os maridos, os noivos, os irmãos, os vizinhos, e sentiu a tristeza e a revolta quando muitos dos seus entes queridos tombavam em combate, em terras longínquas. Era ela que “segurava” a casa e a família durante esse interregno das suas vidas. Assumindo a gestão da família, a mulher começa a lutar por um lugar de maior destaque na sociedade, mergulhando no mercado de trabalho, promovendo o sustento da sua família, ansiando por um lugar mais digno na sociedade e algumas, mais corajosas, ousavam manifestar-se em prol de uma maior igualdade de direitos em relação ao homem.
A liberdade foi uma promessa do 25 de abril de 74. A mulher portuguesa acreditou nessa causa, que estava em conformidade com o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos do Homem “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos” (1948). Será a Constituição Portuguesa de 1976 que, por fim, plasma na lei a igualdade entre homens e mulheres, no nosso país.
A instituição do voto universal, permitiu que as mulheres, sem reservas, pudessem aceder ao direito cívico do voto. O caminho foi tão difícil e penoso, que atualmente nenhuma mulher deveria ficar em casa em dia de exprimir, na urna, a sua vontade política. Perguntamo-nos o que foi feito a partir daí em prol da igualdade. De que modo ela se afirmou, nos mais diversos domínios a partir desse acontecimento? Logo no pós-25 de abril, foi satisfeita uma das reivindicações há muito esperada, nomeadamente, a possibilidade de dissolução civil do casamento religioso. Este é um, dos vários pronúncios de uma revolução dos costumes sociais, num Portugal ainda cheio de atavismos. A partir daí, o novo quadro sociológico passa a ser favorável a uma multiplicação de opções familiares, os divórcios tornam-se melhor aceites (eram antes um anátema moral e social), passam também a existir mais filhos de pais separados e mais uniões de facto, muitas e muitos passam a ser o pilar de famílias monoparentais (em Portugal, existem hoje sete vezes mais mulheres em regime monoparental do que homens), muitas mulheres tornam-se independentes, investindo na sua formação e na carreira.
A mulher, consolida a sua presença no mercado de trabalho, passa a ter um acesso mais facilitado à educação, batendo-se (até hoje) pelo tão propagandeado desígnio “a trabalho igual, salário igual” e pela participação paritária nas lides doméstica, assim como no acesso a lugares cimeiros na hierarquia académica, empresarial, diplomática e política. Novos ventos de mudança impõem-se após o 25 de abril, a mulher portuguesa passa a reivindicar o controlo da natalidade, o que teve um impacto social e demográfico irreversível, aproximando-nos da Europa mais desenvolvida. A mulher consolida, agora o seu acesso a uma formação académica cada vez em estudos mais avançados e ousa, aceder a carreiras que antes lhe eram negadas. Mesmo assim, as mulheres são, ainda hoje uma minoria representativa em cargos governativos: ministérios, secretarias de estado, no parlamento, nas autarquias. É muito difícil que uma mulher seja o primeiro nome para qualquer candidatura a esse nível. Neste âmbito, não posso deixar de me congratular pelas mulheres figueirenses, que têm ascendido a postos de comando e lugares de destaque nas mais diversas áreas, nacionalmente e internacionalmente.
Atualmente, Portugal conta com um rácio de 111 mulheres para cada centena de homens. Logo, somos mais. No entanto, a vida ainda continua a ser mais difícil e trabalhosa para nós. A mulher trabalhadora ainda se debate com o estigma da gravidez e da maternidade, que na ótica dos empregadores é considerado, ainda, um handicap. Por consequência, Portugal tem sofrido uma forte quebra da natalidade, criando graves dificuldades de sustentabilidade ao nosso país. Não tem havido um trabalho legislativo no sentido de proteger as mães trabalhadoras, em especial as de filhos pequenos, que ficam dependentes de decisões dos seus superiores. No entanto, apesar de dar a sua contribuição à família, às empresas, à sociedade, a mulher continua a estar mais exposta a situações de violência no local de trabalho e na sua própria casa. Lembremo-nos dos números alarmantes de mulheres que morreram, desde o início do ano, às mãos dos seus companheiros, sinal de que há ainda muito a fazer nesta matéria.
Concluo, reafirmando que o 25 de abril trouxe grandes conquistas para a vida das mulheres, mas continua a ser urgente desenvolver esforços no sentido de uma maior igualdade e a justiça social.
Termino, louvando todas as mulheres presentes que conseguem compaginar múltiplas funções do seu dia a dia e todos os homens que as tratam com o máximo de respeito e consideração que merecem, caminhando juntos na construção de um mundo melhor.
Viva a Liberdade! Viva o 25 de abril!!!
Isabel Sousa (Dep. da AM da Fig. Foz, pelo PSD)
25/04/2019
CAE"

Intervenção da Deputada Municipal Isabel Sousa nas comemorações do 25 de abril

Nomeações para a Administração do Porto da Figueira
Na sequência da nomeação da Nova Administração dos Portos de Aveiro e Figueira da Foz, o PSD Coimbra, vem manifestar a sua preocupação com a possibilidade de secundarização do Porto da Figueira da Foz em detrimento do Porto de Aveiro.

Mais uma vez, assistimos ao apropriar das administrações públicas, por parte do PS, com nomeações em véspera de eleições, as quais repudiamos visto não conterem qualquer desígnio estratégico, para além da mera ocupação de lugares. 

Como é do conhecimento público, a anterior administração foi responsável pela conceção e lançamento de um conjunto de investimentos cruciais para o desenvolvimento do Porto da Figueira da Foz, como o desassoreamento da barra e o aprofundamento do porto, cujo investimento total estima-se em mais de 40 milhões de euros. 

Assim, com uma nova administração composta por elementos ligados às regiões de Aveiro e Porto, poderá estar em risco a capacitação do Porto da Figueira, como infraestrutura central para o desenvolvimento económico de todo o Distrito de Coimbra. 

Acresce, que a não inclusão de qualquer elemento do distrito de Coimbra, em que pela lógica das nomeações definem as prioridades de atuação, só foi possível dada a falta de força e crédito da Federação Distrital de Coimbra do PS. 

Para o PSD o desenvolvimento do Porto da Figueira da Foz, bem como todos os investimentos previstos, não poderão ser postos em causa. Também, dado que o PS distrital não foi capaz de defender os interesses da região, apelamos para a não existência de uma estratégia de desenvolvimento de um porto e detrimento do outro.

Nomeações para a Administração do Porto da Figueira

Deputada Ana Oliveira
A Deputada figueirense Dra. Ana Oliveira questionou o Ministro do Ambiente e Transição Energética, na comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, sobre o que vai efetivamente acontecer na zona do "quinto molhe" e quando sairá o estudo da APA sobre a transposição das areias da zona norte para a zona sul.
Aqui está o vídeo da intervenção:


Aqui está o vídeo da resposta:

Deputada figueirense Ana Oliveira questionou Ministro do Ambiente sobre o que vai efetivamente acontecer na zona do "quinto molhe"

Assembleia de Secção
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do PSD, convoca-se a Assembleia de Secção da Figueira da Foz, para reunir no próximo dia 16 de abril (terça-feira) de 2019, pelas 21 horas, na sede do PSD, sita na rua da Liberdade, nº 6, com a seguinte:

ORDEM DE TRABALHOS 

1. Informações; 
2. Aprovação de contas 2018.

Assembleia de Secção

Ao Fim de Nove Anos Lá Conseguiu...
Mais uma vez o Partido Socialista tratou os Figueirenses e a Câmara Municipal como um feudo, tomando decisões que em vez de servirem a causa pública, aproveitam a mesma para os desígnios do aparelho socialista e de alguns dos seus dirigentes, sem o menor pudor ou respeito pelos Figueirenses!

A tal “palavra dada “ afinal não é “palavra honrada”!

Saem e entram de acordo com as conveniências pessoais e ao serviço de estratégias , para melhor acomodar os interesses de cada um e dos seus amigos ou familiares!

Enfim, nada que o PSD não tivesse anunciado e por isso foi violentamente atacado por antecipar algumas “intrigas” e “jogadas palacianas”.

Que os Figueirenses tomem nota que o PS reduz as instituições e os compromissos ao sabor das conveniências.

Além da ironia do maior destruidor de árvores sãs na Figueira da Foz ser promovido a Secretário de Estado do Ambiente!

Ao fim de nove anos lá conseguiu.... 

Figueira da Foz, 11 de abril de 2019

Ao Fim de Nove Anos Lá Conseguiu...

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